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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Alopecia androgenética (calvície)

A alopecia androgenética ou calvície é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos. A herança genética pode vir do lado paterno ou materno.

A alopecia é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona). Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT).
É a DHT que vai agir sobre os folículos pilosos promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos. O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

A característica principal é a queda continuada dos cabelos com substituição por fios cada vez mais finos e menores até a interrupção do crescimento.
A progressão do quadro leva à calvície, caracterizada pela ausência de cabelos na parte superior e frontal da cabeça, poupando as áreas laterais e posterior, no homem.

Produção aumentada de oleosidade e descamação no couro cabeludo (caspa) também podem estar presentes acompanhando o processo de queda, mas não são responsáveis pela calvície.

As mulheres com níveis hormonais normais também podem ser atingidas, porém não chegam à calvície total, apresentando um quadro de rarefação difusa dos pêlos que também tornam-se mais finos. Geralmente as manifestações agravam-se após a menopausa.

Existem diversas opções de tratamento para a calvície, como tratamento com medicações tópicas, medicamentos de uso oral, aplicações de fórmulas injetáveis no couro cabeludo e transplante de fios.
É importante salientar que quanto mais precoce for o início do tratamento melhores serão os resultados.

Seus fios de cabelo começaram a diminuir? Agende uma consulta médica para saber qual a melhor opção de tratamento no seu caso!

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Alopecia areata

A alopecia areata, conhecida popularmente como "pelada", é uma doença de causa desconhecida que atinge igualmente homens e mulheres, caracterizando-se pela queda repentina dos pêlos, formando placas circulares de alopecia ("falhas"), sem alteração da pele no local, que se apresenta sem qualquer sinal inflamatório.
Pode atingir o couro cabeludo e também outras regiões como a área da barba, supercílios, cílios ou qualquer outra região pilosa.

Acredita-se que uma predisposição genética pode ser estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos auto-imunes, ocasionando o surgimento da doença.

Geralmente, a doença não se acompanha de nenhum outro sintoma. A repilação pode ocorrer totalmente em semanas ou meses e, algumas vezes, os pêlos nascem brancos para depois repigmentarem.
Em alguns casos, a doença pode tornar-se crônica, com o surgimento de outras lesões e evolução para alopecia total (atingindo todo o couro cabeludo) ou até mesmo para a alopécia universal (quando caem todos os pêlos do corpo). Estes casos são de controle mais difícil.

Há diversas formas de tratamentos, com medicações de uso tópico ou oral, e a escolha varia de acordo com o local e o tamanho da lesão. A duração do tratamento vai depender da resposta de cada paciente.

É fundamental uma avaliação médica para o diagnóstico correto e a escolha do tratamento.

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